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Traficante apontado como um dos líderes de facção no Rio é morto pela PM

 
Foto: folha.uol
Charles Jackson Neres Batista, o Charlinho do Lixão, foi morto por policiais do 15º BPM (Caxias) durante uma troca de tiros. Os PMs informaram que ele seria o chefe do tráfico na comunidade do Lixão, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O homem, que é tido como integrante da alta cúpula de uma facção criminosa que atua no estado do Rio, chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, mas não resistiu.

Segundo a Polícia Civil, Jackson foi encontrado em companhia de três homens e de uma mulher. As identidades deles não foram reveladas. Com o bando, foram apreendidos dois fuzis, três granadas, além de carregadores para a arma. Não há informações de outras pessoas feridas. A ação aconteceu no Morro Azul, área limite com entre os municípios de Duque de Caxias e São João de Meriti, na localidade conhecida como Covanca.
O caso foi encaminhado para a 59ª DP (Duque Caxias), onde foi feito o registro da ocorrência.
Depois da prisão, a situação ficou complicada na região. Testemunhas relataram tiroteios em áreas próximas à favela do Lixão e a houve bloqueios na Linha Vermelha, no trecho de Duque de Caxias.
O policiamento na região foi reforçado Foto: Marcio Alves / Marcio Alves
O policiamento na região foi reforçado Foto: Marcio Alves / Marcio Alves
Segundo informações divulgadas pelo Disque-Denúncia, Charlinho do Lixão foi indiciado pela morte do menino Arthur Cosme Melo, em 2017 . A criança foi atingida quando ainda estava na barriga da mãe.
O bebê estava no nono mês de gestação quando foi baleado na orelha e no ombro. O tiro entrou na coxa esquerda de sua mãe. Na ocasião, a mulher havia acabado de sair de um mercado quando começou um confronto entre traficantes da Favela do Lixão, onde mora, e policiais militares do 15º BPM (Caxias).
À época, os PMs afirmaram , em depoimento na 59ª DP (Caxias), que foram atacados e não reagiram. Claudineia foi levada por moradores da favela para o hospital. Ela e o marido moram há um ano e meio na Favela do Lixão.